Ambos têm apartamento no condomínio de alta classe média: Vivendas da Barra. Isso evidentemente não mostra ligação da família com a morte da vereadora.

Mostra o alto padrão de vida para um PM. Mas reforçam as suspeitas sobre as ligações com as milícias. O Globo deu essa informação ao mostrar como chegaram a Ronnie Lessa.

A polícia demorou meses para chegar ao nome de Ronnie Lessa, 48 anos, sargento reformado da Polícia Militar. Ele, que mora no mesmo condomínio de classe média alta do presidente Jair Bolsonaro, o Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, teve o nome aventado a partir de informações recebidas pela polícia de dentro e de fora de presídios.

Sem conseguir coletar provas físicas e depoimentos que “entregassem” a participação de Lessa, apostou nos dados digitais do PM. Eles verificaram os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem”. Assim, ficaram sabendo que o suspeito acompanhava a agenda da vereadora. Segundo investigadores, ele utilizava um celular comprado no CPF de um terceiro. O que estava registrado sob o seu cadastro foi utilizado, no mesmo dia dos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, na Zona Sul do Rio.

Marielle e Anderson foram mortos em 14 de março de 2018, quase um ano atrás, na Rua João Paulo I, no bairro do Estácio, zona norte do Rio.
Segundo a PM, Lessa teria atirado nas vítimas, e Élcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada.

Catolé em Foco com Catraca Livre

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