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Mulher pula de carro em movimento após ser obrigada pelo marido a comer cacos de vidro

mulher pula de carro em movimento apos ser obrigada pelo marido a comer cacos de vidro
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Uma mulher de 37 anos foi torturada pelo marido e precisou pular de um carro em movimento para fugir do autor, um policial militar. A vítima levou socos, foi forçada a comer cacos de vidro e só conseguiu interromper as agressões ao tomar a medida extrema quando estava no automóvel. O caso ocorreu em Montes Claros, no Norte de Minas, no último sábado (21). O autor foi preso.

As agressões começaram por volta das 14h, logo após o homem buscar a mulher no trabalho. O policial acusou a companheira de traição e iniciou as torturas físicas e psicológicas, segundo relato da vítima. Socos, tapas, puxões de cabelo, acusações… Em meio às agressões, o militar dirigiu para um povoado de Montes Claros, chamado Cabeceiras.

Lá, parou o carro perto de um matagal, onde achou um pedaço de osso e o transformou em arma para continuar as torturas. O homem ainda jogou um pedaço de cerâmica contra a vítima, que foi encontrada com hematomas diversos espalhados pelo corpo. Em depoimento à Polícia Civil, a mulher contou que o companheiro a obrigou comer cacos de vidro. E pular do carro em movimento foi a única forma encontrada por ela para cessar as agressões.

Pedido de socorro e prisão
Assim que conseguiu deixar o carro do marido, a mulher entrou em um hospital em busca de ajuda. Funcionários disseram que ela chegou gritando por socorro e passou direto pela recepção da unidade de saúde. A vítima foi atendida pelos médicos, recebeu o devido atendimento e liberada.

O suspeito do crime fugiu, mas acabou sendo localizado e preso na casa da mãe dele. Conforme o registro da ocorrência, o militar apresentava resistência à abordagem feita pelos policiais e acabou ferindo um deles. O homem foi levado à Delegacia de Polícia Civil de Montes Claros.

Agressões constantes
A mulher contou aos militares que essa não foi a primeira vez que o marido a agrediu. Duas das agressões já realizadas se tornaram registros policiais: uma em 2012 e outra em 2015 – ambas tendo o companheiro como autor dos crimes. A vítima solicitou medidas protetivas e um inquérito foi aberto pela Polícia Civil para apurar o caso.

Fonte : BHAZ

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