O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), declarou em uma live em redes sociais que está discutindo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas o fim as lombadas eletrônicas. Ele quer quer acabar com esses equipamentos nas estradas brasileiras.

Segundo Bolsonaro, é quase impossível viajar sem receber uma multa e as lombadas eletrônicas servem mais para arrecadação do que para reduzir acidentes.

O presidente ainda declarou que uma parte do que é arrecadado com multas por radares em rodovias pedagiadas deve ser utilizado na manutenção da via. E, ainda, de acordo com Bolsonaro, as concessionárias descobriram que as lombadas eletrônicas dão mais lucro do que o próprio pedágio.

“Não teremos mais nenhuma lombada eletrônica no Brasil, e as lombadas que por ventura existirem, que ainda são muitas, quando forem perdendo a validade, não serão renovadas”, declarou o presidente.

Outras medidas

Jair Bolsonaro também voltou a afirmar que irá aumentar o prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de cinco para 10 anos.

No início do ano o governo revogou uma resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que obrigava os motoristas a fazer curso teórico de dez horas e uma prova para renovar a carteira de habilitação. A exigência mantida é a realização de um exame médico.

Durante a campanha para a presidência, quando ainda era candidato, Jair Bolsonaro parabenizou o governo do Rio de Janeiro por extinguir a vistoria anual de veículos.

O presidente também questionou várias vezes a adoção das placas Mercosul e Lei do Farol, que obriga os motoristas a acenderem os faróis em rodovias. Em 2017, 905 mil multas foram aplicadas por deixar de manter a luz baixa acessa nas rodovias.

Outra medida relacionada a Bolsonaro e as leis de trânsito é o limite para que os motoristas percam a CNH. Em 2011, como deputado, Jair Bolsonaro propôs o projeto lei 367/11, que visava aumentar o limite de pontos da carteira de motorista para de 20 pontos em infrações para 40 pontos acumulados em 12 meses.

No Projeto de Lei, o então parlamentar justificava que a medida “reduziria os prejuízos aos condutores que precisam da habilitação para trabalhar ou transportar familiares”.

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